Siga. Mas e os coelhos? Que coelhos?

Siga. Vire para esquerda ou para a direita, mas siga. Em frente, em uma curva, apenas siga. Ignore as pessoas ao seu redor que não te impulsionem a seguir, aquelas pessoas inconvenientes que querem e fazem para que você fique estagnado, sei que pode ser árduo e exige auto-controle, mas, apenas ignore-as. Siga. Com toda a sua bagagem, sem ela, siga. Vá deixando os fardos no decorrer da sua caminhada, aqueles fardos que todo mundo tem, que faz com que nos sintamos pesados, esse fardo, que, agora, você acabou de pensar nele, esse mesmo. Deixe ele cair das suas costas, deixe que saia de você, que caia no chão, e passe por cima dele. Eu acredito que cada pessoa tem um fardo para abandonar, pode ser qualquer coisa que te faça se sentir pesado, seja, por exemplo: uma pessoa que está na sua vida e não te faz bem, um trabalho do qual você não se identifique, uma lembrança, um sentimento, e por ai vai… Abandone esse peso morto, retire da sua vida, se esse ‘fardo’ é o que também está te impedindo de seguir, abra sua bagagem e o tire de lá dentro, igual o mágico faz com a sua cartola na hora de fazer uma mágica, sabe? Quando aparece um coelho? Tire os coelhos da sua bagagem, expulse-os da sua vida. Apenas você, e só você, poderá fazer com que sua bagagem fique mais leve, se livrando desses coelhos roedores de felicidade. Jogue esses coelhos fora, abandone-os na estrada, e siga mais leve. Siga. 

—Fransiely Karla
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